Ícones do cinema – 11 de junho

Com intervalo de 4 anos, o dia de hoje foi escolhido para o lançamento de 2 ícones do cinema para quem tem, digamos, uns 40 e poucos anos. O primeiro foi blockbuster total, ainda hoje leva espectadores às lágrimas e à firme convicção de vida extra terrestre. O segundo virou sinônimo de adolescência divertida e despreocupada. Quem não lembra, quem não assistiu pelo menos 2 vezes?

P.S.: e os traillers? Atração à parte para contar a história do filme. Muito bom rever.

Portas de correr

Em espaços pequenos, em que abrir uma porta pode atrapalhar a circulação ou apenas onde o charme da estrutura fica à mostra e completa a decoração, as portas de correr são uma solução. Aqui vão algumas ideias, com muito estilo.

Para separar a lavanderia e fechar o banheiro da suite.

portas de correr

thehouseofsmiths.com

portas de correr

tidbitsandtwine.com

portas de correr

theinspiredroom.net

portas de correr

thesolobackpacker.com

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fourgenerationsoneroof.com

Separando a despensa ou o armário de louça.

portas de correr

lizmerieblog.com

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bhg.com

Com visual moderno ou usando uma porta antiga como base para a nova.

portas de correr

eclecticallyvintage.com

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houzz.com

Receitas em família

Mesmo que a gente não se dê conta, a nossa família molda a forma como somos e as pessoas que nos tornamos na vida. Podemos escolher ser outra coisa e, ainda assim, ela foi a referência para esta escolha – até para ser diferente e trilhar novos caminhos.

Minha avó materna sempre foi uma figura muito forte e presente na minha vida. Sua personalidade era assim e, com a convivência muito próxima, aprendi valores que carrego comigo até hoje (minha terapeuta que o diga…) e aprendi também coisas triviais, simples, que qualquer avó ensina à neta e que, se não se tornaram hobbies, são com certeza deliciosas lembranças, como jogar cartas, tricotar, bordar, costurar e… cozinhar.

Acredito que é este conjunto, do trivial com valores de vida, que nos molda e nos dá a noção de pertencimento, de ser parte de um núcleo familiar. Que é diferente de outros núcleos, é o seu, é onde você se sente em casa. E foi quando ela faleceu que me dei conta de duas coisas, uma prática e outra mais filosófica:
– a geração mais velha da minha família tinha ido embora e eu, de repente, me vi órfã das minhas raízes;
– mas, ao mesmo tempo, já trazia comigo a essência destas mesmas raízes.

Daí surgiu a ideia de escrever estas crônicas. Como era esse núcleo que me fazia sentir segura e “em casa”? Afinal, que raízes eram essas?
Eram todas as lembranças e histórias que ouvi a vida toda e que me diziam quem eu era, de onde vinha. Que me davam a sensação de pertencer a alguém e a algum lugar, mesmo que este lugar fosse dentro de mim.

E, então, percebi que estas histórias e lembranças estavam intimamente ligadas a sabores e aromas que também me acompanharam desde muito pequena. Em receitas do dia-a-dia, naquelas de domingo ou até nas exclusivas para o Natal – que foram se transformando em tradição e ficando cada vez mais insubstituíveis.

Como muitas famílias brasileiras, a minha é uma salada de imigrantes e nacionalidades, de formas de viver, que criaram uma mistura diferente e uma combinação única dos peixes da Escandinávia com as típicas batatas alemãs; do arroz bem temperado brasileiro com a contribuição de cada nora, cunhada, prima, amiga e conhecida que passaram pela vida da minha avó e da minha mãe, deixando com elas um pouco da sua história através do gosto pela cozinha. Mesmo que elas duas, em si, não fossem extamente fãs da arte culinária. Para elas era uma questão de sobrevivência e, na melhor das hipóteses, de receber bem amigos e família.

Receitas de família

Todas estas receitas acabaram ficando comigo; com datas, comentários, datilografadas ou escritas à mão, em pedaços de papel rascunho; em alemão, em norueguês, em português ou nos idiomas misturados; com equivalências de medidas em libras e decilitros; com variações sobre o mesmo tema – como as de estrogonofe, um prato tão requintado nos anos 70/80, que minha avó colecionava qualquer alternativa de preparo que ela encontrasse.

E assim, minhas raízes híbridas também se misturaram a novos ingredientes, produtos e modismos, que eu mesma introduzi. Com lugares e restaurantes que conheci, com barracas de cachorro-quente e pernil na porta de estádios e escolas de samba e botecos do tipo “pé pra fora”, criando um cardápio tão variado quanto saboroso, sempre acompanhado de uma história divertida e, claro, uma boa taça de vinho.

Bom apetite!
Gutten Appetit!
God appetitt!

Gaiolas e lanternas

Todas as lojas de jardinagem e bricolagem tem. Nas revistas de decoração elas ganham espaço dentro e fora de casa. As gaiolas em estilo vintage ou as lanternas para velas também podem se transformar em cachepôs. No chão ou penduradas, elas criam um ambiente para as plantas e dão graça ao arranjo. Confira:

Gaiola vintage

unitedwithlove.com

Gaiola vintage

hautelook.com

Photography by Rebecca Yale Photography, Inc.

Rebecca Yale Photography, Inc.

lanternas

elizabethannedesigns.com

A chave de Roseta

A chave de Roseta

Com o pano de fundo da invasão de Napoleão à Palestina e o cerco de Acre em 1799, William Dietrich cria mais uma aventura para seu personagem Ethan Gage, desta vez em busca de um livro antiquíssimo que conteria todos os segredos do universo. Entre o cristianismo, o islamismo, o judaísmo, a maçonaria e até a cabala, a trama se desenvolve instigando a imaginação do leitor em uma época de descobertas e acontecimentos históricos decisivos para a Europa do século XIX. Divertido e criativo.

Ficha do livro
A chave de Roseta
William Dietrich
Editora Mercuryo
Ano: 2008
384 páginas

Suculentas na cozinha

Falta espaço para vasos com suculentas? Olha que ideia BBB: boa, bonita e barata!

suculentas na cozinha

Como as suculentas não precisam de muita terra, pois suas raízes são pequenas, as conchas viram ótimos vasinhos improvisados e muito charmosos para criar uma área verde na janela.

Foto: mycraftilyeverafter.com