A chave de Roseta

A chave de Roseta

Com o pano de fundo da invasão de Napoleão à Palestina e o cerco de Acre em 1799, William Dietrich cria mais uma aventura para seu personagem Ethan Gage, desta vez em busca de um livro antiquíssimo que conteria todos os segredos do universo. Entre o cristianismo, o islamismo, o judaísmo, a maçonaria e até a cabala, a trama se desenvolve instigando a imaginação do leitor em uma época de descobertas e acontecimentos históricos decisivos para a Europa do século XIX. Divertido e criativo.

Ficha do livro
A chave de Roseta
William Dietrich
Editora Mercuryo
Ano: 2008
384 páginas

Um certo verão na Sicília

Um certo Verão na Sicilia

Uma leitura que não para, com um final surpreendente, no centro da ilha italiana da Sicília, mistura aromas, sabores, tradições e máfia. O centro da ilha é um lugar remoto e intransitável, o silêncio colossal da região se reflete em seus habitantes e no mistério de suas histórias. A jornalista americana Marlena de Blasi vive uma incrível aventura e conta outra mais incrível ainda (e, acredite, é possível…). A história de Tosca, no início do século XX, é cheia de vida, paixão e atitude, em um cenário que mais remete à morosidade dos locais inacessíveis e esquecidos no tempo. Ledo engano.

Ficha do livro
Um certo Verão na Sicília
Marlena de Blasi
Editora Objetiva
Ano: 2009
272 páginas

A vida do Livreiro A. J. Fikry

a vida do livreiro A. J. Fikry

Em uma pequena ilha, uma pequena livraria, um apaixonado por livros. Ranzinza, crítico mas muito cativante, o livreiro recebe um presente inesperado e sua vida (que já estava de cabeça para baixo) dá mais uma chacoalhada.

O amor pelos livros, pela loja e por todas as histórias que podem ser contadas, faz desta uma leitura gostosa e muito rica. Uma representante de vendas, um policial, uma professora de dança, uma professora de teatro… personagens amarrados em uma narrativa que prende e encanta o leitor.

Ficha do livro
A vida do livreiro A. J. Fikry
Garielle Zevin
Editora Paralela
Ano: 2014
192 páginas

Livro de colorir para adultos

Virou uma febre, desde que o livro Jardim Secreto, de Johanna Basford, foi lançado no Brasil, em novembro passado, já vendeu 100 mil exemplares. Colorir páginas desenhadas é uma atividade que fazemos desde muito pequenos, quando ainda nem entendemos o limite dos desenhos (há quem defenda que as crianças não deveriam ter estes limites ao pintar), e quando nos divertimos com as cores sem nos preocuparmos com céu ser azul ou verde.

jardim SecretoFonte dailymail.co.uk

Jardim Secreto

Como colorir é uma atividade que demanda atenção, funciona como uma válvula de escape antiestresse; durante o tempo que se está ali, sentado, pintando, você desliga do mundo real e entra na história do seu desenho. Imagina qual cor vai ficar melhor onde, que tom devem ter as flores, ou as janelas. Se o mar é azul ou esverdeado.

O ilustrador canadense Steve McDonald também acaba de lançar seu livro para colorir. Fantastic Cities traz cenas de 60 cidades no mundo e está à venda na Amazon e Cronicle Books.

Em tempos de realidade virtual e vida digital, pegar papel e lápis para pintar é, além de nostálgico, um ato de relaxamento para sua cabeça. Um feriado no meio do dia.

Fantastic Cities

A Capital da Solidão

São Paulo a Capital da Solidão

Um livro apaixonante para quem vive, curte, aproveita e gosta de São Paulo.

O jornalista Roberto Pompeu de Toledo reconstituiu a história da primeira vila do interior do Brasil. Narrativa cativante, mas, principalmente, um estilo de escrita, do uso da língua portuguesa, que é delicioso de ler. De antes da sua fundação até o início do século XX, a trajetória da maior cidade do Brasil e uma das 10 maiores do mundo (está ranqueada entre a 4ª e a 6ª colocação, dependendo do critério).

Na minha opinião, imperdível!

Ficha do livro
A Capital da Solidão
Roberto Pompeu de Toledo
Editora Objetiva
Ano: 2003
Nº págs: 559

Cora Coralina

Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas (20.8.1889 – 10.4.1985 / Cidade de Goiás). Sob o pseudônimo de Cora Coralina, publicou seu primeiro livro aos 76 anos de idade. Você se acha velho para começar alguma coisa?

Cora Coralina

“Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.”

“O que vale na vida não é o ponto de partida e sim a caminhada. Caminhando e semeando, no fim terás o que colher.””

“Fechei os olhos e pedi um favor ao vento: Leve tudo que for desnecessário. Ando cansada de bagagens pesadas… Daqui para frente levo apenas o que couber no bolso e no coração.”

“Recria tua vida, sempre, sempre.
Remove pedras e planta roseiras e faz doces. Recomeça.”

“Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar; porque descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante é o decidir.”

“Da mesma forma aquela sentença:
‘A quem te pedir um peixe, dá uma vara de pescar.’
Pensando bem, não só a vara de pescar, também a linhada,
o anzol, a chumbada, a isca…”