Passeio em Londres

Turismo pé no chão, andando pela cidade, é a melhor forma de viver a experiência de um lugar novo (ou não). Andar e observar e estar na rua, junto com quem mora na cidade, quem vai e vem é sentir o ritmo e vivenciar uma cultura diferente. Por isso, enquanto estiver andando por Londres (além da Dulwich Gallery), coloque no seu caminho 10 atrações imperdíveis e emblemáticas da cidade:

Londres

1. London Eye – Inaugurada em 1999, é uma roda-gigante de observação, ela possibilita a vista total da cidade e sua velocidade é tão baixa que você pode subir e descer de cabines sem que ela pare. A volta completa dura 30 minutos.

2. Tower of London – É um monumento histórico situado no centro de Londres, na margem Norte do Tâmisa. Sua construção começou em 1078 como uma fortificação nos limites da cidade romana, Já foi residência real, sede da Casa da Moeda, local de execução e tortura e hoje abriga as Jóias da Coroa. Como é oficialmente um Palácio Real, tem Guarda permanente e troca da Guarda também.

3. Greenwich Park – Um antigo parque de caça, é um dos maiores espaços verdes no Sudeste da cidade. Além do Observatório de Greenwich, onde você pisa na linha que divide o tempo no mundo, o parque, a Queen’s House e o Canary Warf são caminhadas deliciosas. Aproveite o dia.

4. Madame Tussauds – O museu de cera mais famoso do mundo e o mais famoso da própria rede, é um passeio muito divertido. Você sabia que Marie Tussaud nasceu na França em 1761 e foi governanta do Dr. Philippe Curtius, um médico com talento em modelação da cera, que lhe ensinou essa arte. Começou sua carreira modelando em cera, máscaras de vítimas da Revolução Francesa. Mudou-se para a Inglaterra em 1835, fez uma mostra de seu trabalho na Baker Street perto do endereço do atual museu.

5. Camden Town – Principalmente conhecida por seus mercados, uma grande atração turística onde você encontra de tudo, incluindo moda, livros, comida, antiguidades, velharias, itens mais bizarros e um bairro super influenciado pela cena de vanguarda da música inglesa.

6. Windsor Castle – Residência real na cidade de Windsor, a 40 km a oeste de Londres, é um passeio para o dia todo. Construido no século XI é habitado por reis e rainhas desde então e é o castelo há mais tempo habitado na Europa. Atualmente é um ponto turístico popular, sedia várias visitas de estado, e ainda é a casa de fim de semana preferida da Rainha Elizabeth II.

7. Leicester Square – Se estivesse em Nova York, chamaria Times Square. A Leicester Square é um centro de vida noturna em Londres desde o século XIX. Charmosa, abriga bares, restaurantes, casas noturnas, teatros e cinemas.

8. Hyde Park – o maior parque de Londres e está aberto ao público desde 1637. Hoje em dia conta com restaurantes, cafés, banheiros públicos, um centro de aprendizado sobre natureza e a vida selvagem, passeios em carruagens, pedalinhos para o uso no lago Sinuoso e o aluguel de cadeiras reclináveis, além de ser endereço de vários shows de rock da cidade.

9. Houses of Parliament – Cartão postal mais famoso da cidade, fica situado na margem Norte do Rio Tamisa, no Borough da Cidade de Westminster, próximo de outros edifícios governamentais ao longo da Whitehall. Do jeito que conhecemos hoje, o edifício do Parlamento do Reino Unido existe desde 1834, depois que um incêndio destruiu o prédio anterior.

10. Westminster Abbey – A igreja mais importante de Londres, é famosa mundialmente por ser o local de coroação dos reis do Reino Unido. O primeiro local de culto construído neste terreno data de 616 e entre 1272 e 1760, todos os monarcas foram enterrados lá. Além deles, outras personalidades também descansam por lá, entre elas Charles Darwin, Oliver Cromwell e Isaac Newton.

Boa viagem!

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Desafio Dulwich Gallery

No sul de Londres, a Dulwich Gallery lançou um desafio aos seus visitantes. Desde 10 de fevereiro, uma de suas obras expostas era falsificada.

Dulwich Gallery

A galeria encomendou de um estúdio de arte chinês uma reprodução de U$ 120 de uma obra do seu acervo, que ficou à mostra por 2 meses. A ideia foi do artista conceitual norte-americano Doug Fishbone, que substituiu 1 das 270 obras do museu. Segundo ele, a cultura chinesa, diferentemente da ocidental, não vê como problemática a réplica de artefatos culturais e artísticos (alguém tinha dúvida?).

O desafio fez sucesso: das 400 visitas diárias, o museu passou a receber 4.000.

E hoje foi o dia da revelação. A obra falsificada era do francês Jean-Honore Fragonard (séc XVIII).

Fragonard Dulwich Gallery

A obra da esquerda é a original. E para você, qual é o limite da réplica, da reprodução ou da pirataria?